Crítica

Uma história que nos é revelada através das memórias de Vivian Barret e que nos fala na primeira pessoa - como se desembrulhasse um baú adornado de saudade. A confusão existencial persegue Vivian nas diferentes etapas do seu percurso vital mas esta não se afoga na imensidão da angústia porque boia nas sábias palavras de um livro de capa vermelha que um dia encontrou. Imergir no álbum de confissões de Vivian é sentirmo-nos iguais. Que alívio alguém clamar a imperfeição que nos une.