Devaneios

O AUGE DA POESIA LIVRE

É o capítulo belo da liberdade
Que me impele a escrever.
Livre, singelo,
À espécie do que conheci.

Sou eu,
Sem rima ou métrica,
Sem estrutura ou estrofe
A régua e esquadro.

Sou poesia,
Sou liberdade.
Na rica mocidade
Que não envelhece,
Que não se envaidece,
Por mais livre
Que a alma se sinta.

Por mais célebre
Que a liberdade se pinte,
É tempo, é momento
Da escrita livre, desmedida.

É o momento da liberdade.
Respire-se, escreva-se,
Poesia-se.