Opinião

ENTREVISTA A MR. GALLINI

Ao longo dos três dias em que decorreu o Indie Music Fest, o Jornal Universitário do Porto esteve à conversa com algumas das bandas que passaram pelo Bosque do Choupal.

É a tua primeira vez no Indie Music Fest?

Eu já tinha vindo antes. O Mr. Gallini é a primeira vez que vem.

Quais as tuas perspectivas como festivaleiro e como banda neste festival?

Isso é me igual.

(risos)

Vou gostar.

O pessoal aqui gosta de curtir, fazer mosh’s, atirar-se para cima de tudo.

Isso para um gajo que está a tocar ou a ver é sempre fixe de assistir.

Como correu o teu concerto de hoje?

Foi muito bom, muito caloroso.

Senti que a malta já estava a conseguir perceber o universo Gallini.

O que nem sempre é fácil, nem para qualquer um.

E as expectativas em relação ao festival?

As bandas são boas. O melhor cartaz que já vi do Indie.

O público está sempre a bombar.

O espaço é muito acolhedor.

‘Tá tudo.

 

Quais as bandas que mais anseias ver nesta edição?

Stone Dead, sem dúvida.

 

A escolher uma música tua como banda sonora do Indie Music Fest, qual seria?

Pode ser a “In my Mind”, que tem uma realidade parecida com isto.

É um gajo que está perdido dentro da própria cabeça e lá num canto encontra um bosque que ele criou sem saber.

Pois é, o subconsciente às vezes tem coisas que nós gostávamos que não tivessem.

Vê cachorros quentes a voar, salsichas a comer pão, tartarugas mongolóides.

Tem lá de tudo.

Mr. Gallini irá passar pelos Maus Hábitos, no Porto, dia 14 de Setembro e no Sabotage Club, em Lisboa, dia 15.

 

Fotografia: Joana de Sousa