Cultura

NOS ALIVE ’16: PORTO-OEIRAS NUM ABRIR E FECHAR DE OLHOS

A dois dias do início do “melhor cartaz de sempre”, o JUP aviva os motivos para irem ao único dia ainda não esgotado, sexta-feira - 7 de julho.

O NOS Alive destaca-se na linha da frente dos festivais nacionais, e fá-lo com 3 armas de arremesso: uma line up rica, bom tempo e localização priveligiada na linha do mar.

Na sexta-feira, as cabeças de cartaz são The Chemical Brothers e os Pixies. No mesmo palco, vão actuar The 1975, Biffy Clyro e o vocalista dos Led Zeppelin, Robert Plant, numa das suas primeiras apresentações em Portugal.

Ambas as cabeças são históricas nos seus géneros. Os primeiros misturam uma electrónica potente cheia de breakbeats e sintetizadores com um live act espectacular, onde esvoaçam projecções e lasers. Os segundos são A banda de proto-grunge, cuja inovadora atitude abrasiva dentros dos meandros do rock influenciou uns Nirvana ou Weezer. É fácil ouvir albúns como Surfer Rosa ou Doolitlle na banda de Seattle.

No palco Heineken, destaca-se Soulwax, John Grant, o indie energético e adorno feminino dos Wolf Alice e o set dos 2ManyDjs, onde canções de pop/rock são completamente acidificadas e catapultadas para a pista de dança.

Falando de dança, o NOS Clubbing vai estar em chamas, com os ritmos quentes e tribais de Branko, Throes + The Shine e Xinobi. Mais tranquilo, o Raw Coreto vai receber as prestações de projectos menos mediáticos mas igualmente interessantes, como o psicadelismo dos Ganso, um dos rebentos do Tradiio, e o regresso dos The Poppers.

Também em regresso do ano passado está o Jardim Caixa, o ninho de stand up do Alive, e como novidade o EDP Fado Café, representando o género português.